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The Witcher 3: Wild Hunt

2015-05-19
Developer:  CD Projekt REDPublisher:    WB Games, cdp.pl, Spike Chunsoft, Bandai Namco Entertainment
gamepadSeries X|S, PS4, PC, PS5, XONE, Switch
Single playerThird person
Role-playing (RPG)
Adventure
Action
Fantasy
Open world

The Witcher 3: Wild Hunt is an open-world action role-playing game developed by CD Projekt Red. Set in a dark fantasy world, the game follows Geralt of Rivia, a monster hunter searching for his adopted daughter, Ciri, while navigating political conflicts and supernatural threats. Gameplay features exploration, combat, character progression, and branching narratives shaped by player choices. Widely acclaimed for its writing, world-building, and depth, it is considered one of the most influential RPGs of its generation.

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AnatomiqReviewed a game
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One of the best games of all time!

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MrZeppoReviewed a game
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labelDid not finish

intimidated by this game's odd fight system mechanics

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milkanax08Reviewed a game
labelOn stream
label100%

База навсегда - обязательно к прохождению

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zazahaibaraReviewed a game
The Witcher 3: Wild Hunt
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80 hours

labelReviewed 🖋️
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The Witcher 3 como um jogo sobre memória — e o que acontece quando ela não é sua

 

Contêm spoiler ⚠️

 

Jogar The Witcher 3 sem ter vivido seus títulos anteriores foi uma experiência curiosa. Não no sentido da descoberta, mas de deslocamento. Em nenhum momento tive aquele estalo de “isso aqui não é só mais um RPG”. Pelo contrário, senti dificuldade em me conectar com a história por uma ausência de vínculo.

O jogo me jogou em um mundo que já existia plenamente antes de mim. Relações consolidadas, conflitos amadurecidos, afetos que carregam passado... foi como chegar a uma conversa em que todos já se amaram, já brigaram, já se perderam, e agora falam disso com intimidade.

Li sobre os acontecimentos dos jogos anteriores, entendi quem era quem, compreendi as tensões e ainda assim, essa sensação persistia. Eu era uma Geralt que fingia sentir. Não porque o jogo fosse confuso, mas porque eu não havia vivido aquelas memórias. E isso fez diferença.

Essa falta de ponte — algo que alguns jogos constroem com mais cuidado — moldou toda a minha experiência. Eu não me sentia chegando a um mundo para desvendá-lo, mas entrando atrasada em uma história que já tinha sido sentida.

Essa distância também apareceu nas mecânicas. Jogar The Witcher 3 em 2025 carrega inevitavelmente o peso do tempo. O jogo oferece uma quantidade enorme de sistemas — crafting, armaduras, alquimia — mas muitos deles soam excessivos ou pouco recompensadores. Os primeiros diagramas que encontrei geraram aquele sentimento de entusiasmo, mas tudo que eu ouvia das pessoas era que “não vale muito a pena montar essas armaduras, tem que achar as de bruxo e é só mais pra frente”, ou seja, diagramas deixaram de ser uma novidade empolgante pra serem só uma notificação ignorada de item novo. Há uma abundância de possibilidades que, na prática, pouco impactam a forma como se joga.

O combate, por sua vez, é divertido. Existe um leque de estilos possíveis. Eu como sempre, costumo ir pra um lado mais simples: alguns feitiços e o resto na porradaria. Funciona. Mas, novamente, senti o atrito com mecânicas menos polidas quando comparadas a jogos mais recentes. A esquiva e, principalmente, o sistema de foco quebraram minha imersão mais de uma vez. Não por serem ruins, mas por denunciarem sua idade. E, aos poucos, isso também afasta.

As quests secundárias trazem histórias interessantes, mas suas ações se repetem. A estrutura se revela rápido demais, e o encanto narrativo não é suficiente para sustentar o desgaste da repetição.

Essa soma de fatores refletiu diretamente nos relacionamentos. Geralt, para mim, manteve uma distância emocional constante. Esse arquétipo do personagem frio, que sente intensamente por uma ou duas pessoas, já não me emociona tanto. Há algo nesse ponto de vista masculino contido, quase performático, que me dá... preguiça.

Com Triss, fiquei triste pelo arco, mas não conectada. O histórico implícito entre eles não teve tempo de se construir para mim. Com Yennefer, a relação é intensa nas palavras, mas toda essa intensidade vem do passado. Acabei ficando com ela mais por conveniência do que por escolha real.

Curiosamente, me senti confortável com quase todas as minhas decisões. No final, o jogo mostra os impactos das escolhas, mas poucas realmente me tocaram. A que mais pesou foi não ter matado Radovid — não por uma decisão moral consciente, mas por não ter entendido direito a quest. O resultado foi: ele extermina os bruxos da região. Ainda assim, mesmo diante dessa consequência, a sensação não foi de culpa profunda. Foi um “ok... esqueci de terminar essa quest”.

O mundo de The Witcher 3 é, sem dúvida, um mundo vivido. E talvez seja exatamente por isso que ele não tenha criado laço comigo. Eu me lembrava dos nomes, dos lugares, das situações (minha memória funcionou incrivelmente bem). Mas memória não é afeto. E, apesar de compreender tudo, não me senti parte desse universo.

Quando terminei o jogo, o sentimento não foi frustração nem arrependimento. Foi uma espécie de indiferença. The Witcher 3 permaneceu ali do jeito que é: sólido, respeitável, coerente. Eu que não fui capaz de criar raízes.

E talvez essa seja, também, uma experiência válida.

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The Witcher 3: Wild Hunt
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третий раз прохожу, после обновления винды отложу пока что в ящик, на потом хпх

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